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Filhos do consumismo

Observamos frequentemente cidadãos reféns das geniosas e meticulosas tacadas de ações de marketing de grandes empresas, na busca incansável em ganhar a preferência do consumidor, vemos rotineiramente estes seres terráqueos suprindo suas faltas e carências de forma inescusável através de compras desenfreadas e impulsivas, sem reflexionar em tal atitude, pessoas cada vez mais adictas de produtos que julgam ser de total inevitabilidade, quando na verdade não passam de devaneios passageiros para satisfazerem necessidades momentâneas. Assistindo aos telejornais vemos as imódicas taxas de endividamento dos consumidores em constante crescimento. Pasmem, os grandes vilões destes índices dar-se-ão aos levianos atos impensados, ou até mesmo, por não possui uma base educacional financeira mínima. Dizia o respeitoso escritor Reinaldo Domingos, em um de seus livros, que o mal do brasileiro se trata de não possuir a mínima educação financeira necessária para manter-se imperturbável em momentos de comoção repentina, podemos citar um caso muito rotineiro nos lares brasileiro, a mesada que os pais fornecem aos filhos. A falha inicia com o poder das palavras, no momento que os pais entregam a seus filhos a simbólica quantia da “liberdade financeira”, o momento é seguindo da seguinte frase: não gaste tudo, pois só receberá novamente próximo mês. Neste momento a criança internaliza que poderá gastar tudo que tem, pois próximo mês receberá novamente sua mesada dando continuidade ao ciclo e gerando uma criança sem educação poupadora. Sugiro aos pais que comentem tal ato, trocarem algumas palavras... Sugestão: - Filho está aqui sua mesada, tente economizar, pois quanto mais economizar mais terá em seu futuro. Uma simples troca de palavras poderá surtir grandes feitos no futuro de seu filho. Outra grande falha e muito comum é a falta de respeito ao meio circulante, ou seja, o dinheiro deve ser respeitado como se respeita as mais inclementes leis. Tratar de forma impolida com dinheiro os trará serias consequências que poderão causar transtornos ponderosos, passível de acompanhamento clínico. Por fim e não menos importante, temos os consumidores “Maria vai com as Outras” ou simplesmente, consumidores hipnotizáveis, esse tipo de consumidor, geralmente, possuem preferências sumptuosas, onde o principal objetivo é estar inserido entre o restrito publico dos que possuem objetos que denotam “Status”. O que dizer da jovem que ostenta em seu espelho seu novo celular da maçã que custa impagáveis parcelas, onde o mesmo poderia pagar a reconfiguração total e acessória de seu truncado quarto de paredes a arrematar? Mas em seu inconsciente existe algo mais forte e inoculado que inverte valores e prioridades, neste caso poder ostentar tal marcar de produtos específicos, denota o poder pessoal em satisfação do ego e realização da necessidade única. Enfim, uma boa e interessante dica para não cair nas tentações e ser mais um das estatísticas de devedores seria antes de comprar algo perguntar a si: eu preciso disso? Que retorno isto me trará? Quanto disponha para pagar por isto? Após estas reflexões e analise intima, o resultado obtido, serão pessoas menos endividadas e menos consumistas. Porém, se faz necessária uma pequena mudança de atitude, de que adianta reduzir as compras supérfluas e não economizar? Outra dica interessante seria incluir em seu orçamento mensal “prestações” como forma de investimento, podendo ser em poupança, aplicações financeiras, aquisições de imóveis ou terrenos, enfim, utilizar um percentual do orçamento como obrigações a pagar, assim como são feitas as mensalidade de luz, prestações de veículos, empréstimos e etc., neste caso o importante é reservar parte do orçamento como saldo de reserva. Analise bem a seguinte situação: Na eventualidade de demissão involuntária, quanto você dispõe para sua subsistência e de sua família e manter o mesmo padrão de vida nos próximos 120 dias? Reflita sobre o assunto e comece sua reserva agora. Valor a ser poupado vai depender de sua consciência, o importe é iniciar este processo até se tornar um hábito. Em curto prazo, o habito de poupar será tão natural quanto abrir os olhos ao acordar. Autor: Diego Dias Gomes Graduado em Processos Gerenciais (UVA - Sobral/Ce), Especialista em Administração em Finanças (Faculdades Darcy Ribeiro), Especialista em Balanced Scorecard - BSC (FGV), Perito em Prevenção e Lavagem de Dinheiro (Unicred Central N/NE), Know-how em Recuperação de Crédito (Unicred Ceará Centro Norte), Profissional Certificado Anbima - CPA 10, 12 anos de Experiência no Mercado Financeiro, Gestor de Carteira Jurídica em Cooperativa de Crédito, Consultor em Finanças Pessoais e Familiares, Consultor em Aplicações e Investimentos, Sócio da empresa Gomes Treinamentos e Consultorias, Empreendedor e Palestrante

Gostei muito do curso que fiz na Elite, está me ajudando muito no dia a dia. Ganhei mais conhecimento para ter um diferencial no mercado de trabalho. Me ajudou muito no meu desenvolvimento profissional.

Diego Marques

Estudante - Sobral


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